27/01/2020

2020, o Ano Internacional da Saúde Vegetal

O fortalecimento da pauta ambiental, uma maior exigência da população por alimentos saudáveis, a questão econômica e comercial, são alguns dos fatores que influenciam o setor produtivo na definição de estratégias que assegurem a fitossanidade das lavouras.
Noticía Agricultura
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O fortalecimento da pauta ambiental, uma maior exigência da população por alimentos saudáveis, a questão econômica e comercial, são alguns dos fatores que influenciam o setor produtivo na definição de estratégias que assegurem a fitossanidade das lavouras.

Em 2020, essa agenda ganha ainda maior expressão, por este ser o Ano Internacional da Saúde Vegetal, conforme declarado pela Assembleia Geral das Nações Unidas. A data foi proclamada a partir de esforços conjuntos da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e do Secretariado do International Plant Protection Convention (IPPC).

A iniciativa destaca a importância da união das nações para garantir a saúde das plantas e proteger a biodiversidade e o meio ambiente. Além disso, são propostas ações que favoreçam a segurança alimentar e o desenvolvimento econômico sustentável.

O plano de ação para o Ano Internacional da Saúde Vegetal prevê a mobilização de governos, indústrias, cientistas e da sociedade civil para incentivar a inovação científica, reduzir a propagação de pragas e fomentar, nos setores público e privado, ações e estratégias permanentes de proteção da biodiversidade.

A ONU estima que, todos os anos, até 40% da produção mundial potencial são perdidos por causa de plantas daninhas, pragas e doenças. Parte do controle desses problemas é feita por meio do uso de defensivos agrícolas, mas agricultores têm percebido que reduções no uso desses produtos em culturas de ampla ocupação geográfica podem trazer ganhos reais em termos de economia financeira e de conservação do ambiente.

Entre as estratégias adotadas, o setor investe na utilização de diversas tecnologias e metodologias para o manejo fitossanitário das lavouras, que inclui o uso de defensivos, mas também outros processos, como controle biológico, adoção de cultivares resistentes, e tecnologias que aumentam a precisão do conhecimento dos problemas e necessidades das lavouras, a exemplo do uso de câmeras para pesquisas de campo.

A prevenção de pragas e doenças é muito mais barata do que lidar com emergências de saúde vegetal. Pragas e doenças de plantas são muitas vezes impossíveis de erradicar depois de estabelecidas, e gerenciá-las é demorado e caro. Evitar esses problemas afasta ou diminui o impacto na agricultura, nos meios de subsistência e na segurança alimentar das populações.

Confira aqui vídeo das Nações Unidas sobre o tema.

Estados Unidos reabrem mercado para carne in natura do Brasil

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e o Serviço de Inspeção e Inocuidade Alimentar (FSIS) informaram ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a abertura de mercado para carne bovina in natura do Brasil para os Estados Unidos, a partir de 21 de fevereiro.

 “A reabertura do mercado de carne bovina in natura do Brasil para os Estados Unidos mostra o reconhecimento da qualidade da carne brasileira por um mercado tão importante como o americano”, disse a ministra Tereza Cristina. 

O Brasil poderá começar a enviar produtos de carne bovina in natura derivados de animais abatidos a partir de 21 de fevereiro. No comunicado encaminhado ao Mapa, o FSIS disse que o Brasil corrigiu os problemas sistêmicos que levaram à suspensão e está restabelecendo a elegibilidade das exportações de carne bovina in natura para os Estados Unidos. Além disso, o FSIS encerrará os casos pendentes de violação de pontos de entrada associado à suspensão de 2017.

Antes da primeira remessa, o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Mapa (Dipoa) deve enviar uma lista atualizada de estabelecimentos elegíveis certificados. 

As compras de cortes bovinos do Brasil foram suspensas pelos Estados Unidos em 2017, devido às reações (abcessos) provocadas no rebanho pela vacina contra a febre aftosa.

Desde o início do ano passado, a ministra tem feito diversas reuniões com o secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue, para tratar do assunto. Em junho de 2019, uma missão veterinária dos Estados Unidos esteve no Brasil para inspecionar frigoríficos de bovinos e suínos. A missão retornou em janeiro deste ano. 
 

Fonte: Mapa.

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