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Coopa-DF participa do Eixão Agro

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Cooperativa contou com estande institucional e apresentou seus produtos no evento Brasília recebeu a segunda edição do Eixão Agro. O evento reuniu cerca de 50 expositores que apresentaram e comercializaram seus produtos. Realizado pela Federação da Agricultura e Pecuária do Distrito Federal (Fape-DF), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem [...]

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Brasil se destaca na área da irrigação

Localizada na região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal (DF) e Entorno, Cristalina concentra o maior número de pivôs de irrigação em Goiás. Os dados, do ano passado, são do Sistema Estadual de Geoinformação (Sieg), sob a coordenação do Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos da Secretaria de Gestão e Planejamento (IMB/Segplan), e mostram que o Estado possui 237 mil hectares irrigados. Acompanhando a tendência, o mercado brasileiro de equipamentos para irrigação está cada vez mais profissional e o País já conta com 6 milhões de hectares irrigados.

Fatia dos números mostra que, em 2015, o total era de 3.502 equipamentos, sendo 3.284 em Goiás e 218 no DF com área irrigada de 237.365,60 hectares e 13.519,83 hectares, respectivamente. O assunto foi debatido durante a palestra “Uso Racional da Água na Agricultura”, proferida pelo presidente da Câmara Setorial de Equipamentos para Irrigação, da Associação Brasileira da Indústria de Maquinas e Equipamentos (CSEI/Abimaq), Marcus Tessler , na Secretaria da Agricultura de São Paulo, na terça-feira, 30.

Começa a haver um consenso no agronegócio brasileiro de que a agricultura irrigada é hoje uma arma poderosa para o aumento da produtividade, condição indispensável para o Brasil se consolidar como maior produtor mundial de alimentos, conforme preconiza a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Essa foi uma das conclusões da palestra. O mercado brasileiro de equipamentos para irrigação, avalia o executivo, está cada vez mais profissional e o Brasil, com os seus cerca de 6 milhões de hectares irrigados e uma expansão anual estimada em 200 mil hectares, oferece uma grande oportunidade para que a irrigação ganhe cada vez mais relevância.

“Além disso, notamos que novos cultivos começam a ser irrigados em escala produtiva, que os métodos modernos de irrigação, sobretudo os que envolvem controle e monitoramento, vieram para ficar, e as empresas do segmento têm mantido um constante ritmo de investimento nessas novas tecnologias.” Ele também afirmou que o poder público, por seu lado, precisa gerenciar as bacias hidrográficas de maneira a estimular e facilitar os processos que envolvem a irrigação.

“Além disso, entendemos a necessidade de se intensificar a divulgação de uma agenda positiva que apresente a irrigação com uma aliada do crescimento, do progresso, da sustentabilidade ambiental e voltada para auxiliar no desafio de produzir cada vez mais alimentos para o mundo”, completou Tessler. O grande empenho da indústria de equipamentos para irrigação é “fazer mais com cada vez menos recursos”, uma vez que em diversas regiões, sobretudo no Nordeste, deve se acentuar a carência de água, com a consequente disputa pelo insumo, sobretudo em relação à geração de energia.

Lembrou que o Brasil possui hoje um padrão tecnológico que em nada fica devendo aos demais países, incluindo Israel e os Estados Unidos, referências na área. Salientou que o tema da água deve ganhar cada vez mais atenção, pois segundo estimativas da FAO, até 2050, a demanda mundial pelo insumo deve crescer 40%. “Nesse sentido, a irrigação é uma decisiva aliada na preservação desse recurso, uma vez que cerca de 90% da água utilizada no processo de irrigação retorna para a natureza, seguindo o conhecido Ciclo Hidrológico”, observa Tessler.

“Desde os anos 1990, quando surgiram as primeiras empresas do setor no Brasil, tem havido um intenso processo de profissionalização, com um nível de consolidação e de estruturação que tem possibilitado excelentes resultados, tanto na eficiência do uso da água, quanto no aumento da produção agrícola”, relata. Ao citar exemplos, Tessler lembrou que o incremento de produção de café chega a 55%, quando se compara uma área não irrigada com uma irrigada. Na primeira, a produção média por hectares chega a 40 sacas, contra 62 na irrigada. Ganhos semelhantes foram constatados também na cultura de outros produtos.

Fonte: Revista Safra

Fotos da AgroBrasília

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