Coopa-DF participa do Eixão Agro

Cooperativa contou com estande institucional e apresentou seus produtos no evento

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Brasília recebeu a segunda edição do Eixão Agro. O evento reuniu cerca de 50 expositores que apresentaram e comercializaram seus produtos. Realizado pela Federação da Agricultura e Pecuária do Distrito Federal (Fape-DF), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-DF), neste ano, contou com apoio institucional da Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF). A cooperativa esteve presente com estande, onde apresentou seus produtos e mostrou a pujança do agronegócio do DF.

A participação institucional da Coopa-DF apresentou ao público de Brasília as etapas do processo de produção da farinha de trigo Buriti, feita pela cooperativa. Segundo José Guilherme Brenner, vice-presidente da cooperativa, o evento é uma grande oportunidade de unir a cidade ao meio rural: “o Eixão Agro mostra ao público da cidade o que a cooperativa produz, além da importância dessa produção na nossa região. É algo desconhecido, a maior parte das pessoas fica surpresa em saber que, no DF, produzimos trigo e farinha de qualidade, é bom para as pessoas terem esse conhecimento”, disse.

Agropecuária cresceu 1,4% no primeiro trimestre do ano

Produto Interno Bruto (PIB) aumentou 0,4% em relação ao último trimestre de 2017. Crescimento do agro em quatro trimestres é de 6,1%

Agronegócio

 

O IBGE divulgou nesta quarta-feira o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), referente ao 1º trimestre deste ano, que apresentou crescimento de 0,4% em relação ao último trimestre de 2017. Foi o quinto resultado positivo após oito quedas consecutivas, com participação destacada da Agropecuária, que cresceu 1,4%. Os setores de Indústria e Serviços, aumentaram 0,1%.

Em valores correntes, o PIB totalizou R$ 1,64 trilhão. A Agropecuária representou R$ 93,94 bilhões, Indústria, R$ 291,65 bilhões e Serviços, R$ 1,015 trilhão. A distribuição percentual dos setores no PIB corresponde a 5,7%, 17,8% e 61,9%, respectivamente.

Na comparação com primeiro trimestre de 2017, o PIB registra crescimento de 1,2%, e decréscimo de 2,6% na Agropecuária. A Indústria cresceu 1,6%, e Serviços, 1,5%. Também tiveram variação positiva, o consumo das famílias e a formação bruta de capital.

De acordo com o coordenador geral de Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, José Gasques, as estimativas de safra, referentes a abril deste ano mostram que algumas lavouras apresentaram redução de produção e de produtividade no primeiro trimestre do ano.

Entre as quedas estão arroz, de 6,8%, em relação a igual período de 2017, laranja, 9,4%, e milho primeira safra, 17,5%. Essas lavouras também apresentam produtividade inferior à do ano passado. Mas soja apresenta crescimento da produção de 0,6% sobre o primeiro trimestre de 2017, e seus resultados contribuíram para a formação do PIB do trimestre, explica Gasques.

O PIB acumulado nos últimos quatro trimestres cresceu 1,3%, enquanto a agropecuária teve variação de 6,1%, Indústria, 0,6% e Serviços, 1,0%. Essa taxa elevada para a Agropecuária deve-se a resultados dos últimos três trimestres de 2017, e aos primeiros levantamentos deste ano que apontaram resultados favoráveis para diversas lavouras, observou o coordenador do Mapa.

Fonte: Mapa

Produtores têm até 30 de maio para aderir ao Funrural

Produtores rurais terão um prazo maior para aderir ao Programa de Regularização Tributária Rural (PRR), conhecido como Refis Rural. O novo prazo foi anunciado pelo presidente da República Michel Temer na Medida Provisória nº 828 de 27 de abril de 2018. A adesão ao PRR ocorrerá por meio de requerimento a ser efetuado até 30 de maio de 2018 e abrangerá os débitos indicados pelo sujeito passivo, na condição de contribuinte ou de sub-rogado.

A prorrogação vinha sendo solicitada pela bancada ruralista do Congresso Nacional. A intenção é aguardar o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre os embargos declaratórios sobre a decisão da corte que considerou constitucional a cobrança. O objetivo, de acordo com o vice-presidente de finanças da CNA e presidente da FAESC, José Zeferino Pedrozo, é oportunizar maior segurança jurídica ao produtor na regularização de sua situação.

Texto aprovado pelo Congresso em dezembro de 2017, informa que podem ser quitados débitos vencidos até o dia 30 de agosto de 2017. O produtor que aderir pagará 2,5% da dívida em até duas parcelas iguais, mensais e sucessivas. O restante do valor poderá ser parcelado em até 176 vezes com desconto nos juros. O governo calcula que há entre R$ 8 bilhões e R$ 10 bilhões em pagamento atrasado ao Funrural.

Fonte: MB Comunicação

Sicoob entrega cartão BNDES Agro a cooperado durante a AgroBrasília

O cartão beneficia produtores rurais em suas atividades

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Isabella Cantarino

Durante a 11ª AgroBrasília, o Sicoob entregou ao cooperado e produtor rural Cleson Schneider, de Brasília, o cartão BNDES Agro. A entrega simbólica do cartão, que é virtual, fez a alegria do associado, que agora poderá investir em sua produção com mais agilidade. “O cartão facilita nossa compra. Por exemplo, se eu estiver precisando de algum produto emergencial, a compra já está pré-aprovada, o que agiliza nosso trabalho”, disse.

Segundo Schneider, o cartão beneficiará seu serviço: “agora poderei investir em insumos, equipamentos e na manutenção da lavoura de modo geral”, disse.

Com o crédito pré-aprovado, sem burocracia, o cartão BNDES Sicoob Agro facilita os investimentos para o produtor rural. Com o diferencial de possuir uma das menores taxas de juros do mercado, o BNDES Agro é, até o momento, uma exclusividade do Sistema Sicoob: “Nós estamos muito felizes por oferecermos essa nova ferramenta, fruto da tecnologia, dos avanços e também do avanço do nosso Sistema, que tem uma parceria com o BNDES e, por isso, foi possível conquistar esse cartão, que é único no país”, avaliou Antonio Mazurek, presidente do Sicoob Brasília.

E, ainda de acordo com o presidente, para adquirir seu cartão é muito fácil: basta ser produtor rural, cooperado do Sicoob, cadastrado em sua plataforma. “Nossa instituição vai trabalhar arduamente no sentido de oferecer esse cartão a muitas pessoas, porque o crédito, eu diria, é a antecipação do futuro. Sem crédito, fica muito difícil. E essa modalidade é muito prática, disponível a qualquer momento para o detentor do cartão”, finaliza.

Com recorde de público e negócios, AgroBrasília 2018 supera todas as expectativas

Evento movimentou a região do Planalto Central

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Isabella Cantarino

Chega ao fim mais uma edição da AgroBrasília. E a 11ª Feira Internacional dos Cerrados foi um verdadeiro sucesso. Todas as expectativas foram superadas e os números impressionaram: cerca de 115 mil visitantes passaram pelo Parque Tecnológico Ivaldo Cenci entre os dias 15 e 19 de maio. Foram 440 expositores que apresentaram produtos, inovações, serviços e novidades voltadas ao agronegócio brasileiro.

“A décima primeira edição superou todas as expectativas; foi espetacular. Batemos todos os recordes: de público, expositores e, principalmente, volume de negócios”, avalia Ronaldo Triacca, coordenador-geral da AgroBrasília.

Em relação ao montante movimentado na Feira, o número enche os olhos e mostra toda a pujança da agropecuária da região do Planalto Central e, também, do Brasil: um bilhão e cem milhões transformaram-se em investimentos, maquinário, insumos e muito mais, o que resultará em desenvolvimento para o Planalto Central.

“Superou, e muito, o que a gente imaginava. Temos sempre em mente que a Feira está em constante crescimento e, neste ano, tivemos um incremento muito grande de público. O parque ficou cheio e isso para nós é muito satisfatório”, pontua Leomar Cenci, presidente da Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), realizadora da AgroBrasília.

Com o tema ‘Tecnologia Digital em Favor do Campo’, a Feira Internacional dos Cerrados mostrou sua importância para o setor. As empresas levaram para exposição suas máquinas com tecnologias diferenciadas, implementos, insumos com alto valor genético, veículos, pesquisas, além de diversas tecnologias que beneficiam o dia a dia no campo.

Em 2018, muita gente passou pelo Parque Tecnológico Ivaldo Cenci. Produtores rurais marcaram presença, além de profissionais da área, técnicos, estudantes, autoridades, comitivas internacionais, instituições, escolas e visitantes em geral.

Na Área Internacional, comitivas estrangeiras de diversos países conheceram a Feira. Além disso, a Colômbia esteve presente com um estande no Pavilhão de Negócios. O destaque foi para o Dia Internacional, onde foi realizada visita técnica na Agrícola Wehrmann. O público estrangeiro pôde conhecer, de perto, a agricultura do Planalto Central, além de suas tendências e diversificações.

Importantes instituições financeiras do país estiveram na Feira, além de cooperativas da região e instituições públicas e privadas. Na AgroBrasília 2018, máquinas, insumos, pecuária, pesquisa, agricultura familiar, veículos, cursos, palestras e eventos diversificados foram os atrativos.

E por falar em eventos, o auditório Buriti ficou pequeno. O I Fórum das Mulheres do Agronegócio e do Cooperativismo mostrou a força feminina nos setores. Já o V Seminário de Economia Agrícola mostrou a todos as tendências, desafios e oportunidades no que se refere à modernização da agropecuária. E a fruticultura irrigada na macrorregião do Planalto Central foi destaque no II Fórum das Águas do Cerrado.

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No Espaço da Agricultura Familiar, 13 circuitos temáticos apresentaram aos visitantes temas de suma importância para o setor. Além disso, palestras, cursos e soluções para o pequeno produtor marcaram os cinco dias de evento.

“Temos um carinho muito grande pela agricultura familiar e chama a atenção o tanto de público que estava rodando, principalmente no Espaço da Agricultura Familiar, coordenado pela Emater, em busca de tecnologias para serem aplicadas nas propriedades. O DF não é uma região totalmente agrícola e nós vemos muitas famílias e pequenos produtores buscando conhecimento para aplicar em suas propriedades, isso é muito satisfatório”, conclui Cenci.

A 11ª Feira Internacional dos Cerrados chega ao fim com balanço mais que positivo e mostrou a todos a força do agronegócio brasileiro.

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